Olá! Eu gostaria de saber como uma pessoa sabe se possui o dom do xamanismo. Qual é a diferença entre trilhar o caminho do xamanismo e possuir o dom?
Bom, primeiramente devo me desculpar pela demora ao responder, estive muito tempo decepcionado com a produtividade real deste blog, e simplesmente me ausentei de minhas obrigações crendo que elas não mais existiam.
Indo diretamente a sua pergunta, é simples saber, é como saber se você tem aptidão a música ou não. Verifique suas tendências naturais (seja sincero (a) consigo mesmo (a) ás vezes queremos ter algo ou ver algo com tanta vontade que burlamos nossas vontades reais), se você tiver a súbita vontade de estar sempre ao ar livre (parques, florestas etc.), prefere animais a pessoas ou os entende melhor que a maioria das pessoas (como se comunicasse ou ao menos entendesse o que eles querem dizer), pode ser bons sinais de que você tem aptidão para o xamanismo, mas lembre-se: só isso não representa que você esta pronto ou não, pois o que realmente conta é sua vontade e tentar e se integrar a esse mundo, o fato de você não ter nascido falando com seu cachorro ou jogando cartas com seu gato não te faz inapto a ser um xamã.
Resumidamente falando, só o que você precisa saber realmente é se você realmente vê o mundo como um xamã (ou ao menos tenta), se você sente e compreende a natureza e aqueles que a integram, simbológica e literalmente, se sim você, tem muitos motivos para seguir este caminho, se não, simplesmente verifique se você quer tentar ou não.
Espero que seja feliz em sua busca.
Olá novamente, desculpe nossa demora para responder sua pergunta, estávamos resolvendo alguns assuntos pessoais, mas vamos há pergunta.
Para se ver auras basta que você faça um procedimento bem simples:
1- Você deve se purificar, isto é, se abstenha de bebidas alcoólicas, cigarros, drogas (não insinuando que você use, mas é sempre bom deixar esclarecido para todos), qualquer comida de fast-food (Mc Donald´s, Bob´s entre outros.) e comer o máximo de verduras, leguminosas e folhas (folhas verde-escuras são ótimas, como couve e etc.).
2- Encontrar um lugar com muitas plantas presas ao solo onde você pisa que seja tranqüilo e silencioso (com um parque ou um jardim grande), e de preferência que você esteja de manhã nesse lugar ou ao menos de dia.
3- Sente-se com os pés descalços na grama ou na terra, e relaxe, tente ver de inicio uma pequena película que evolve seu braço, ela pode estar sem cor de início, mas não tem problema é normal isso acontecer, continue tentando distinguir a cor da película até que você consiga ver com alguma nitidez alguma cor, se você não conseguir não tem problema, feche os olhos, concentre-se, pense no que quer fazer, respire três vezes e tente de novo.
Obs: Você também pode começar com outros seres vivos, como árvores, plantas ou outras pessoas, inclusive você pode perceber que suas coisas terão uma “cor parecida com a sua”, não é que elas tenham aura, mas que você deixou impresso nos seus objetos suas energias.
Ficamos felizes em poder ter ajudado.
Sim, é muito possível descobrir a sua essência antes de acordá-la.
Na realidade é essencial que você descubra a sua essência antes de acordá-la, pois os processos de despertar uma essência são diferentes de essências pra essências. Algumas requerem algum tipo de ritual, outras o contato com um ser já acordado da mesma essência que a sua, outros um contato com a natureza ou espíritos guardiões e etc.
Não se acorda um raniano da mesma maneira que se acorda um íncubus, por exemplo.
Há diversas maneiras de saber qual é a sua essência. Desde percepção da cor de sua aura, até aspectos comportamentais e sociológicos do individuo.
A maneira mais certa e com menos probabilidade de gerar algum engano, seria ver a cor exata da sua aura; entretanto, para ver auras requer um treinamento que leva algum tempo.
Não se preocupe, não é nada absurdamente difícil. Dependendo do seu ambiente de treinamento e do quanto você se esforçar, você pode conseguir isso em muito menos tempo. Procure no blog os nossos posts sobre auras; lá haverá as instruções, mas caso tenha mais dúvidas, pode voltar aqui e perguntar.
A questão quanto à utilidade de determinada essência corresponde somente ao objetivo do individuo que a possui.
Primeiramente deve-se saber qual é o objetivo de vida da pessoa em questão.
Se o individuo quiser, por exemplo, seguir o satanismo, possuir uma essência de anjo pode ser muito prejudicial e nem um pouco útil. No caso dele, a essência dele é completamente inútil. Para ele seria melhor ter uma essência de demônio, íncubos ou vampiro, por exemplo.
Não que o individuo não possa fugir da tendência natural da sua essência, mas dependendo de seu objetivo, acordar a essência pode ser prejudicial para os seus planos.
Eu não posso julgar o que seria útil ou não pra você, ou para qualquer outra pessoa que eu não conheça, já que não foi apresentado um caso especificado.
Se você quer saber se a sua essência é boa e útil para você, só há uma maneira de fazer isso: conheça-se.
Primeiro você tem que se conhecer a fundo, e ser maduro (a) o suficiente para saber qual será o seu objetivo a ser cumprido pelo resto dessa vida.
Não adianta acordar uma essência agora porque é legal. Depois você vai ter que conviver o resto dessa vida com as dificuldades que ela possa trazer. Afinal, não tem como desacordá-la depois (você pode até encontrar métodos de substituir a sua essência depois, ou encontrar meio de amenizar os impactos dela, mas o trabalho de fazer isso vai ser centenas de vezes maior; todo esse esforço podendo ter sido evitado no começo fazendo-se as duas simples e essenciais perguntas: “Para quê acordar essa essência?” e “Vou mesmo querer isso pelo resto da minha vida?”).
Grato de novo pela sua pergunta, espero ter ajudado em algo.
Bom, como dissemos antes no post Atualização, o blog nunca esteve inativo. Infelizmente devido ao provável desinteresse das pessoas ou talvez da sua suprema sabedoria, ninguém quis perguntar.
As pessoas que dirigem esse blog têm de continuar com seus próprios estudos, e não vamos passar todos os dias aqui postando sobre coisas que ninguém quer ouvir ou ler.
Se você tem interesse, pergunte. Já dissemos isso antes, repetimos novamente e confirmamos mais uma vez: se você tiver alguma dúvida, então basta perguntar.
Olá, há muito que não lia perguntas novas, fico feliz em te responder.
Bom, não sei se o que você quer saber é sobre sereias do tipo “Pequena Sereia”, as ditas em contexto mitológico que mais parecem súcubos marinhos, ou do possível povo “sereiano” que seriam seres vivos em estado evolutivo semelhantes ao nosso (se não mais avançado, devido às possíveis interferências geológicas e marítimas favoráveis, como os “cataclismos” como a chuva de meteoros que atingiu os dinossauros a 65 milhões de anos não atingiram os mesmos, o que daria a eles uma vantagem muito grande em níveis de evolução a nossa frente), talvez semi-humanóides que teriam evoluído dos primeiros ancestrais assim como nós.
Mas de qualquer forma explicarei o básico.
Como você deve saber, grande parte do oceano é ainda desconhecido pelo homem, apesar de terem sido feitas expedições no passado para identificar todos os animais do oceano, sua profundidade e sua morfologia total, nenhuma delas foi totalmente conclusiva (visto que foram usados submarinos tripulados – que não poderiam descer além de certo ponto de pressão, para a segurança dos tripulantes - da década de 60).
O que se conhece hoje são as espécies animais e áreas marítimas que não ultrapassem 11 mil metros de profundidade. Entretanto, não raramente novas espécies de animais são descobertas de tempos em tempos, umas recentes em 2009 e outras no ano passado.
Alguns oceanógrafos, porém, têm ainda se dedicado à expansão desse conhecimento através de possíveis sondas marítimas (embora a maioria tenha suas verbas de pesquisas cortadas).
Sendo assim, é muito difícil conhecer com exatidão que tipo ou tipos de civilizações habitam os oceanos; até porque pode haver uma grande civilização altamente desenvolvida em que seus habitantes não superem a altura de meio mícron (visto que em sistemas evolutivos ascensionários o corpo material nada tem a ver com a limitação das capacidades mentais e espirituais).
Um dos maiores erros da comunidade científica humana, em minha opinião, é só procurar vida inteligente que se baseie nos mesmos padrões que os nossos, como uma vida tecnológica e material.
Não só isso. Estudos mostram a incrível capacidade de aprendizagem e adaptabilidade dos golfinhos, que chegam a ultrapassar o QI de chimpanzés, gorilas e inclusive o de um antigo presidente dos Estados Unidos (creio que nomes sejam dispensáveis).
Esses dados se fazendo necessários caso se considere a hipótese de que a vida ascensionária marítima do planeta Terra dependeria de invólucros carnais, claro.
Há também a plausível possibilidade de não necessitarem mais dos mesmos, já tendo atingido uma existência semelhante às de Júpiter (espíritos de matéria rarefeita e sutilíssima).
Há incontáveis essências nos universos, muito mais do que as que foram citadas nos posts anteriores.
Nos posts anteriores nos limitamos a tratar sobre àquelas que são mais comuns nesse planeta. Entretanto, uma essência humana (a mais comum do planeta Terra), deve ser raríssima em outros sistemas solares e interplanetários, por exemplo; e em outras galáxias nem deve ser conhecida.
Quando se trata sobre sereias visando a terminologia de sereianos, ou povos de existência aquática, então sim, é possível se ter essência de “sereia”. Entretanto isso nada mais seria do que ter essência de um povo diferente e não se diferenciaria tanto do que significar ter uma essência de raniano, por exemplo.
Como se sabe, a determinação de essências remete à primeira encarnação da pessoa, ou seja, seu lugar de origem; então, para se acordar uma dessas essências a pessoa já deveria ter algo para “acordar”.
O máximo que poderia ser feito em uma pessoa sem essas essências de base, seria transformá-la nessa vida em algo diferente. O que não duraria para a sua próxima encarnação.
Ao se acordar essências, deve-se ter em mente primeiro o porquê da decisão de acordá-la. Ela seria, de alguma maneira, útil a alguém se fosse desperta? Quais seriam as intenções da pessoa em acordar essa essência ou se transformar nela passageiramente?
Não vamos postar agora como acordar essas essências por motivos óbvios. Se tiver mais interesse, diga o porquê gostaria de ter essa informação e para quê a utilizaria, então aí sim, poderemos responder melhor.
Muito grato pela sua pergunta; espero ter ajudado em algo.
Algumas pessoas têm nos perguntado o porquê de estarmos ausentes, e se o blog ainda continua.
Respondendo a isso: sim, continua.
Entretanto, os donos desse blog têm muito a fazer, e se não houver nenhuma demanda, perguntas ou sugestões de posts, não vemos motivos e nem temos iniciativa para postar nada de novo aqui.
O conhecimento nos é passado independentemente desse blog, e nossas vidas continuam com ele.
Esse blog só foi criado para compartilhar esse conhecimento caso alguém tenha interesse, mas como não recebemos nenhuma pergunta nos últimos tempos, estamos presumindo que esse interesse não esteja mais latente ou já tenha sido suprido.
Não vamos ficar partilhando conhecimento de bandeja: não é nossa obrigação. Se você quer algo, é obrigação sua ir atrás disso. O nosso trabalho é simplesmente auxiliar aqueles que se mostram interessados.
Caso tenham alguma dúvida, perguntem. Se houver perguntas, haverá posts.
Bom, Respondendo a sua pergunta. Não ele era Francês, nasceu em Lyon, em 1804, e originalmente se chamava Denizard Hyppolyte Léon Rivail, ele era físico, matemático, astrônomo e anatomista e extremamente cético e racional, a ultima pessoa que acreditaria em religião, principalmente porque a França na mesma época passava por um período em que materialismo, a descrença, a intolerância religiosa predominavam.
Aos 50 anos apos presenciar um evento marcante em sua vida, começou a estudar o que hoje viria a ser o espiritismo.
Não, ele não tinha nenhum poder de mediunidade, mas o fato é que o mesmo assumiu o nome Allan Kardec pelo fato de ter sido esse seu nome em uma vida anterior.
Mas quanto ao livro é simples, o livro original de Kardec se chamava Livro dos Médiuns, foi lançado em 1861, a bastante tempo, então achar uma versão atual sem baboseiras adicionadas com o tempo, e que seja fiel ao primeiro é difícil, (já que sequer o nome correto do livro prevaleceu, quanto mais o conteúdo) recomendo então que você não perca tempo tentando achar tal livro e procure um livro chamado O Livro dos Espíritos , é basicamente o primeiro livro lançado por ele, é bem completo, se achar leia-o e pergunte se tiver dúvidas.
Isso é bem simples, basta você perceber características específicas de cada clã, como diferenças na aparência, na personalidade ou outros pontos significativos.
Como já dissemos antes, são famílias, então é como perceber uma característica própria da sua família, por exemplo: se você tem uma família de atletas altos, é bem provável que você siga o mesmo padrão, nascendo com tendências a ser alto e atlético. Faça o mesmo com os clãs e com certeza descobrirá o que procura.
Bom, obviamente sim, possuem habilidades diferenciadas da maioria. Devido ao fato da maioria dos hematófagos serem caçados como raposas na floresta, eles começaram a se organizar em clãs(famílias) para se tornarem mais fortes terem menos baixas anuais.
Com o tempo as famílias por estarem centradas em objetivos diferente desenvolveram habilidades genéticas diferentes, de acordo é claro, com as necessidades dos mesmos,dessa forma, pode-se então entender as habilidades obtidas. Fortitude e rapidez, devida constante fuga dos ancestrais, vieram a ser a mais comum entre as habilidades dos clãs, mas de clã para clã pode variar.
O fato é que a melhor forma de não irem atrás de você é acreditando que você não existe. Pensando assim os próprios hematófagos trataram de banalizar o assunto “vampiro”. Eles próprios incentivaram que se criassem milhares mitos e lendas, livros, filme serie que o próprio povo já estivesse “acostumado” a presença deles (o que, atualmente, pode-se perceber que é nítido) que nunca mais os procurassem, e assim, escondidos da sociedade, prosseguiram sem chamar atenção.
